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Mostrando postagens com o rótulo Geral

OUTRAS PANDEMIAS NA HISTÓRIA

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Vivemos um período de reclusão e de quarentena, devido à pandemia do COVID-19, doença provocada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2).  No entanto, o que caracteriza uma pandemia?  A palavra é de origem grega, cujo prefixo "pan" significa "tudo" e o sufixo "demos" remete a "povo", ou seja, atinge a todos em ampla escala e ao mesmo tempo. Assim, u ma pandemia ocorre quando uma doença se espalha por uma grande região ou mesmo em escala global, simultaneamente. Apesar de nem toda doença ter a capacidade de causar uma pandemia, algumas podem resultar numa grande contaminação de pessoas, a partir do aumento do contágio sustentado.  Na postagem de hoje, vamos falar de outras pandemias da História, em ordem cronológica. Antes de começar o assunto, gostaria de fazer um apelo para que a precaução predomine à histeria e para que a História, mais uma vez e como sempre, tenha uma lição a nos mostrar. 1 . PESTE DE...

MAPA POLÍTICO DA EUROPA NO SÉCULO XVI

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Olá, queridinhos do 7o ano! Quem estiver lendo, comenta aí!   Tomei a liberdade de pesquisar mapas que tinham a ver com nossa atividade de portifólio.   As duas primeiras imagens são de mapas por volta do século XVI. Dá pra perceber que o primeiro trata do início do século, enquanto o segundo retrata o final do século (como dito no título). Portanto, aceitarei essas variantes: Polônia maior ou menor; Império Turco maior ou menor...   Lembrando que não é legal pintar os territórios de azul... Vejam que dificuldade é analisar o primeiro mapa, por conta da cor...   Em sala de aula, falarei uma nova nomenclatura para o Império Alemão (que está na legenda): podemos chamá-lo de reinos germânicos, já que a Alemanha só se unificou nos século XIX.   O mesmo ocorre com a Itália, que também se torna um Estado nacional por volta de 1870. Por isso, na legenda temos Veneza (que hoje em dia faz parte da Itália) como um país separado (República de Vene...

RESUMO SOBRE OS ANTECEDENTES DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL (1939/1945)

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"Essa guerra é, de fato, uma continuação da primeira" (Winston Churchill)   A frase acima, atribuída ao então primeiro-ministro britânico Winston Churchill, mostra-nos que a compreensão do que foi a Segunda Guerra depende dos seus antecedentes, ou seja, do que aconteceu no chamado período entreguerras: a ascensão dos fascismos europeus e a eclosão da crise do capitalismo liberal.    Para facilitar a didática sobre as motivações do conflito, recorrerei ao esquema de tópicos.   Os antecedentes do conflito:   O crash da Bolsa de Nova Iorque - A onda especulativa que causou o desmonte da economia liberal no fim da década de 20 do século passado levou à bancarrota não apenas os Estados Unidos da América, mas todos os países de economia capitalista, já que seu funcionamento está integrado. Ora, lembremos que, com a Alemanha arruinada pelo Tratado de Versalhes, foi preciso contrair empréstimos com os EUA a fim de quitar suas pendências c...

REFLEXÕES SOBRE O IMPERIALISMO

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 Texto e imagem retirados daqui.    Foi no século XIX que surgiram os termos “orientalismo” e “orientalistas” para designar os estudiosos que traduziam os textos orientais para Inglês e os próprios textos. A prática de tradução nesse momento da história europeia era motivada pela noção de que a conquista colonial necessitava de um conhecimento do povo conquistado. Daí resulta a ideia de conhecimento como factor de poder. Esta construção de discurso acabaria por ser questionada nos anos 70 do século XX.             Abordar a temática do orientalismo é assumir a obrigatoriedade de falar de Edward Said e da sua publicação de 1978,  Orientalism, Western Conceptions of the Orient. Esta foi uma obra que lançou a questionação da construção de imagens, estereótipos e dogmas relativos a realidades culturais outras, neste caso o Oriente.             Edward Sa...

O IMPERIALISMO: estudo de casos => O expansionismo europeu sobre África e Ásia

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A partir da Segunda Revolução Industrial, o advento do capitalismo em sua fase monopolista forçou a extinção de qualquer tipo de trabalho compulsório (ou seja, trabalho forçado, como servidão e escravidão), a fim de aumentar o mercado consumidor. Apesar de o tráfico negreiro ter acabado, com a assinatura da Lei Euzébio de Queiroz (1850), os países europeus não arredaram seus pés da África... Portugal visava a um império colonial na África, para compensar a perda de suas colônias americanas; França almejava hegemonia econômica, principalmente, limitando a expansão dos ingleses nesse sentido; e Inglaterra pretendia não só descobrir novas áreas para exploração econômica, mas resguardar suas rotas comerciais para a Índia, estabelecendo postos avançados na costa africana. A descoberta de ouro e diamante na Rodésia e no Transvaal despertou o interesse das nações industrializadas europeias, desencadeando disputas entre as nações que se pressupunham prejudicadas pela Conferência de B...

O IMPERIALISMO: O NEOCOLONIALISMO DO SÉCULO XIX

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O post a seguir visa a desfazer algumas dúvidas com relação a um dos temas mais importantes da História Geral no século XIX: o Imperialismo. Dividiremos o assunto, discutindo algumas consideração iniciais, de suma importância para que compreendamos o tema: A Segunda Revolução Industrial; a transição do capitalismo concorrencial (ou industrial ou clássico) para o capitalismo monopolista (ou financeiro); a missão civilizatória; a partilha da África; e a noção de que não foram só os europeus que se lançaram nessa empreitada que causou mais ônus do que bônus ás novas áreas coloniais... A charge acima retrata a divisão da China pelas potências europeias. Considerações iniciais: Ao longo do século XIX, a Europa passou pelo que chamamos de Segunda Revolução Industrial , quando os demais países europeus (além da Inglaterra, berço da Revolução Industrial do século anterior) iniciaram a seu processo de industrialização. Isso acarretou o aumento da concorrênc...

A Questão Árabe-israelense

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Texto do professor de História contemporânea da UFF sobre o embate entre esses dois povos Israelenses X Palestinos: haverá luz no fim deste túnel? Mísseis disparados de helicópteros contra edifícios e carros, destruição de moradias com agressões físicas aos habitantes, bombas humanas estilhaçando corpos, gritos de vingança em passeatas de luto e de dor, violação contínua dos direitos humanos, massacres e promessas de morte e de suicídio, das quais não escapam sequer as crianças. As estatísticas das perdas do atual movimento insurreicional do povo palestino (Segunda Intifada) , iniciado em setembro de 2000, falam por si mesmas: 1.074 palestinos e 344 israelenses. Mas como contabilizar o incomensurável medo das crianças apavoradas sob os bombardeios? A angústia dos doentes à espera de remédios? A tristeza de mães e pais que não mais verão suas filhas e filhos? O trauma dos aleijados de corpo e de espírito? O luto dos que sobreviveram? O desespero dos sem-trabalho, d...
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