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Mostrando postagens de Novembro, 2011

ARTE CONTEMPORÂNEA

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BANKSY

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Vídeo feito por mim para os alunos de História da Arte, compilando grandes trabalhos desse artista cuja existência ainda é desconhecida: não sabemos se se trata de um artista ou de um grupo deles.

Gabarito da Prova - 9o ano

Alô, meu povo!

Mando notícias de que estou bem! Quase 100%.

Acho que ajudaria esclarecer algumas questões acerca da última prova, já que não pudemos realizar nossa aula de revisão... por motivos doloridos.

A questão é que devemos aprender a enxergar nas provas de Humanas, sobretudo, um forte conteúdo político implícito e que as questões não estão lá ao acaso. Malícia em prova cai muito bem, obrigada...

Abaixo, o gabarito das questões!


COMENTEM!!!

Abraços, beijos e boas férias!

***



1. Em 1993, o IBGE divulgou dados estatísticos informando que o Brasil possui 32 milhões de miseráveis. Portanto, democrática na aparência, a sociedade brasileira é marcada, na verdade, por um "apartheid social". 
a) Explique a utilização do termo "apartheid social" para definir a sociedade brasileira atual.


Essa questão não foi problemática e deveria ser respondida, relacionando a definição de apartheid social e sua manifestação na sociedade brasileira. O apartheid foi o regime de segregação…

Os Toulambis têm seu primeiro contato com o homem branco

Em 1976, a equipe do explorador Jean-Pierre Dutilleaux primeiro entrou em contato com o primitivo tribo Toulambis (Papua, Nova Guiné), cujos membros nunca entram em contato com o mundo exterior, e nem tinha visto os seres humanos pele branca. A câmera imortalizou o medo e cheio de reação curiosa.
http://www.videoman.gr/7402

O sorriso ainda é a forma mais tradicional de demonstração de amizade. Vale o click!

O verdadeiro Hino do Brasil

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A música do hino nacional foi composta logo após a independência, ainda em 1822, por Francisco Manuel da Silva. Sua primeira letra, no entanto, ganhou popularidade mais tarde em 1831, por fazer menção a um importante acontecimento: a abdicação de Dom Pedro I.
Em desacato ao imperador, a letra dizia:
Os bronzes da tiraniaJá no Brasil não rouquejam;Os monstros que o escravizavamJá entre nós não vicejam.
Após a proclamação da República, um concurso foi realizado para escolher um novo hino nacional, durante o governo de Marechal Deodoro. A música escolhida, porém, foi hostilizada pela população e passou a ser considerada o Hino da Proclamação da República (dizia: "Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós...".
Anos mais tarde, um novo concurso foi aberto para a escolha de outra letra que se adaptasse à música de Francisco Manuel da Silva. A letra de Joaquim Osório Duque Estrada foi oficializada por decreto no ano de 1922 pelo então presidente Epitácio Pessoa e continua até ho…

Memória e história: Museu do Holocausto, Curitiba (PR)

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Curitiba acaba de inaugurar o primeiro meu sobre o tema no Brasil.



O que Berlim, Nova York, Jerusalém e Curitiba terão em comum a partir do dia 20 deste mês? Assim como as outras três grandes cidades, a capital paranaense ganhará um Museu do Holocausto, o primeiro do Brasil dedicado ao tema. Ele ficará no Centro Israelita do Paraná, onde também foi inaugurada, em setembro, uma nova sinagoga. O espaço de pouco mais de trezentos metros quadrados passa longe dos gigantes no exterior, mas cumpre bem o papel de prestar homenagem aos judeus perseguidos durante a Segunda Guerra Mundial.  “Grande parte da comunidade de Curitiba é formada por sobreviventes e descendentes. Conseguimos doações com eles e também entramos em contato com o Memorial de Auschwitz, na Polônia, e com museus pelo mundo”, conta a cientista política Denise Hasbani, que é professora de História Judaica e participou da criação do Museu do Holocausto. Entre as doações estão fotos, uma carta enviada do Gueto de Varsóvia e dois …

O IMPERIALISMO ESTADUNIDENSE

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Desde sua independência, os EUA mantiveram uma posição de isolamento: no plano econômico, o protecionismo salvaguardou a indústria nacional; no plano externo, distanciou-se dos conflitos europeus.


Doutrina Monroe (1823) - Temerosos das consequências da restauração pós-napoleônica (lembrar-se do Congresso de Viena e da Santa Aliança, que visavam, particularmente com relação às colônias, a impedir movimentos emancipatórios), os EUA lançaram tal doutrina:


Julgamos propícia esta ocasião para afirmar, como um princípio que afeta os direitos e interesses dos Estados Unidos, que os continentes americanos, em virtude da condição livre e independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência européia […] (Mensagem do Presidente James Monroe ao Congresso dos EUA, 1823)



Seu slogan "A América para os americanos" denotava a vontade de não só preservar o continente de incursões estrangeiras, mas prepará-la par…

ENTREVISTA

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Retirado daqui.O "Historiador-avestruz", a Nova História Cultural e o ensino de História
Entrevista com o Professor Ciro Flamarion Cardoso (História Agora nº1 - Revista de História do Tempo Presente - 2007)

HISTÓRIA AGORA - O senhor tem criticado o "historiador-avestruz" em seus recentes artigos e livro. O que é? Podemos superá-lo?
Ciro Flamarion Cardoso - O que chamo “historiador-avestruz” é o que, vivendo o momento atual como não pdoe evitar de fazer, prefere não enxergar os seus problemas mais prementes e concentrar-se em temáticas que não têm a ver em forma direta com tais problemas. Note-se que esta ocultação de problemas reais sempre ocorreu, por exemplo, no discurso político, cujos invariantes derivam daquilo que não pode ser dito. Por exemplo, no discurso dos últimos governos brasileiros é possível ler freqüentemente que a previdência social (em função de “tendências demográficas”) e o funcionalismo público engolem uma parte grande demais dos recursos nacionais…

O IMPERIALISMO: estudo de casos => O expansionismo oriental

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O caso russo:
Os territórios cobiçados pelos russos no Ocidente era as áreas do mar Negro, da península balcânica e do mar Mediterrâneo Oriental, por razões comerciais. Inglaterra e França, então, passaram a fortalecer o Império Turco-Otomano, com o objetivo de neutralizar o desejo expansionista russo, principalmente quanto aos estreitos de Bósforo e Dardanelos.

A Rússia, porém, conseguiu estender seus domínio no Oriente, ao adquirir uma província no norte da Manchúria (Amur), através do Tratado de Aigum (1858).
Além disso, fez uma troca com o Japão: deu-lhe as ilhas Curilas em troca da ilha Sacalina (mais próxima de Amur). Para assegurar sua conquista, construíram estradas de ferro como a Transiberiana e a Transcaucasiana, colocando grande parte da Manchúria sob sua influência. essa atitude resultaria em conflitos contra o Japão mais tarde: a Guerra Russo-Japonesa, de 1905.


O caso chinês:
Revolta Taiping (1851): Na China do início do século XIX, a abertura ao Ocidente dava-se apenas na pr…

REFLEXÕES SOBRE O IMPERIALISMO

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 Texto e imagem retirados daqui.


Foi no século XIX que surgiram os termos “orientalismo” e “orientalistas” para designar os estudiosos que traduziam os textos orientais para Inglês e os próprios textos. A prática de tradução nesse momento da história europeia era motivada pela noção de que a conquista colonial necessitava de um conhecimento do povo conquistado. Daí resulta a ideia de conhecimento como factor de poder. Esta construção de discurso acabaria por ser questionada nos anos 70 do século XX.             Abordar a temática do orientalismo é assumir a obrigatoriedade de falar de Edward Said e da sua publicação de 1978, Orientalism, Western Conceptions of the Orient.Esta foi uma obra que lançou a questionação da construção de imagens, estereótipos e dogmas relativos a realidades culturais outras, neste caso o Oriente.             Edward Said defende que a visão do Oriente tem sido uma construção intelectual, literária e política do Ocidente como meio de este último ganhar autoridade…

O IMPERIALISMO: estudo de casos => O expansionismo europeu sobre África e Ásia

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A partir da Segunda Revolução Industrial, o advento do capitalismo em sua fase monopolista forçou a extinção de qualquer tipo de trabalho compulsório (ou seja, trabalho forçado, como servidão e escravidão), a fim de aumentar o mercado consumidor. Apesar de o tráfico negreiro ter acabado, com a assinatura da Lei Euzébio de Queiroz (1850), os países europeus não arredaram seus pés da África...
Portugal visava a um império colonial na África, para compensar a perda de suas colônias americanas; França almejava hegemonia econômica, principalmente, limitando a expansão dos ingleses nesse sentido; e Inglaterra pretendia não só descobrir novas áreas para exploração econômica, mas resguardar suas rotas comerciais para a Índia, estabelecendo postos avançados na costa africana.
A descoberta de ouro e diamante na Rodésia e no Transvaal despertou o interesse das nações industrializadas europeias, desencadeando disputas entre as nações que se pressupunham prejudicadas pela Conferência de Berlim (1884…

O IMPERIALISMO: O NEOCOLONIALISMO DO SÉCULO XIX

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O post a seguir visa a desfazer algumas dúvidas com relação a um dos temas mais importantes da História Geral no século XIX: o Imperialismo.
Dividiremos o assunto, discutindo algumas consideração iniciais, de suma importância para que compreendamos o tema: A Segunda Revolução Industrial; a transição do capitalismo concorrencial (ou industrial ou clássico) para o capitalismo monopolista (ou financeiro); a missão civilizatória; a partilha da África; e a noção de que não foram só os europeus que se lançaram nessa empreitada que causou mais ônus do que bônus ás novas áreas coloniais...

A charge acima retrata a divisão da China pelas potências europeias.


Considerações iniciais:
Ao longo do século XIX, a Europa passou pelo que chamamos de Segunda Revolução Industrial, quando os demais países europeus (além da Inglaterra, berço da Revolução Industrial do século anterior) iniciaram a seu processo de industrialização.
Isso acarretou o aumento da concorrência de produtos manufaturados na Europa, po…
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